Número de televisores conectados à internet superará o de pessoas em 2015

Madri, 2 jun (EFE).- O número de televisores conectados à internet superará o de pessoas no mundo em 2015, segundo as previsões do diretor da 'Future Casting & Experience Research' da Intel, o pesquisador Brian David Johnson.
O analista, pioneiro no desenvolvimento de inteligência artificial e robótica, calcula que em quatro anos existirão cerca de 15 bilhões de aparelhos de televisão com conexão à rede.
Além disso, previu que o número de horas de conteúdos disponíveis será de 500 bilhões, afirmou por videoconferência durante as jornadas da Associação Espanhola de Empresas de Televisão Interativa (AEDETI).
Em sua opinião, a televisão dos próximos anos continuará sendo 'o centro da vida nos lares', mas 'será muito mais informativa' e antes de tudo social, para favorecer a conexão com familiares e amigos.
Também seguirá sendo a companheira fiel do ser humano, e será complementada com 'a inteligência do computador' para que a tela ajude o telespectador a escolher o que realmente o interessa.
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Polícia recupera laptop graças a programa que envia localização

A polícia da Califórnia recuperou um laptop roubado graças a um programa que envia os dados de localização do suspeito para o dono, junto com fotos tiradas a partir da sua webcam.
Um taxista de 27 anos foi indiciado por posse ilegal de propriedade roubada. O computador havia sido furtado em março do apartamento do dono, o designer de programas de interatividade Joshua Kaufman.
'Estou tão feliz de tê-lo recuperado. E também aliviado que não tenha de assistir enquanto alguém usa o meu velho computador', afirmou Kaufman à BBC.
O programador tinha instalado em seu Mac um programa chamado Hidden, que coleta as informações de localização, faz imagens da tela e tira fotos na webcam a partir do momento em que o roubo é registrado. O material é enviado para o dono.
O caso ganhou a atenção da imprensa americana por causa do aparente desinteresse da polícia de Oakland, CA, que demorou a agir mesmo com a enxurrada de evidências que o programa enviava.
As fotos mostraram um homem de barba rala e cabelo desgrenhado dormindo no sofá e assistindo a vídeos no YouTube.
As fotos mostraram o homem de barba rala e cabelo desgrenhado dormindo no sofá e assistindo a vídeos no YouTube (Foto: Blog thisguyhasmymacbook )
Uma das imagens da tela registra as informações do suspeito apagando o perfil de Kaufman do MacBook e acessando a sua própria conta de email.
'Na verdade, não era muito interessante. A maior parte das fotos era bem chata - só um sujeito olhando fixamente para a tela, ou dormindo, ou assistindo a vídeos na cama', disse Kaufman.
CampanhaPara chamar a atenção, o designer de programas começou a postar as fotos e as informações em um blog, thisguyhasmymacbook, e uma conta no Twitter.
A estratégia funcionou. Na terça-feira, um produtor do programa de entretenimento Good Morning America, da rede de TV ABC, contatou a polícia de Oakland para obter informações mais recentes sobre o caso de Kaufman.
A policial que atendeu o programa, Holly Joshi, descobriu que a queixa havia sido classificada por engano junto com os casos sem pistas existentes.
Três horas mais tarde, segundo relatou Kaufman no blog, a polícia usou o email do taxista Muthanna Aldebashi para agendar uma corrida falsa com a empresa na qual ele trabalhava e efetuar a prisão.
Aldebashi não foi indiciado pelo roubo em si, mas admitiu ter conhecimento de que o laptop era roubado.
'Estamos sempre buscando na tecnologia maneiras mais inteligentes de capturar os criminosos e solucionar os crimes', disse a policial Joshi à BBC. 'Isto representa uma tecnologia que pode ser útil para nós.'
O responsável pelo Hidden, Toby de Havilland, disse à BBC que o caso também atraiu boa publicidade para o programa.
'As pessoas começaram a dizer que era uma campanha ''viral' nossa', disse. 'Definitivamente percebemos um aumento (no interesse pelo produto).'

Chip com micromáquina coleta energia do ambiente

Coletores de energia
O conceito de colheita de energia torna-se cada vez mais importante, à medida que os sensores wireless se espalham, cumprindo as mais diversas funções.
Apesar da miniaturização, os nós dessas redes de sensores precisam ser alimentados, e baterias nem se longe são a solução mais adequada.
Surgiram então os coletores de energia, dispositivos capazes de transformar em eletricidade a vibração do meio ambiente - vibração gerada pelo vento ou por carros passando na rua, por exemplo.
Os nanogeradores piezoelétricos também estão nessa categoria.

Energia vibracional
Agora, pesquisadores da Universidade de Furtwangen, na Alemanha, juntaram a ideia dos nanogeradores com as técnicas de fabricação da microeletrônica, para construir um microcoletor de energia vibracional 3D.
O 3D significa que o microgerador - chamado microcoletor vibracional eletrostático - consegue captar as vibrações vindas de qualquer direção e de qualquer sentido e transformá-las em eletricidade.
A segunda vantagem imediata é que o projeto permite que o microcoletor de energia seja escalado, ou seja, fabricado na dimensão apropriada para a quantidade de energia necessária para cada aparelho a ser alimentado.
O pequeno aparelho é um exemplo dos avanços permitidos pela tecnologia de fabricação dos MEMS, ou sistemas microeletromecânicos - o dispositivo é uma minúscula máquina, cujas peças móveis são construídas com tecnologias herdadas da fabricação de chips.
Isso leva à sua terceira vantagem: o dispositivo é essencialmente um chip-gerador, que pode ser incorporado na placa de circuito impresso de qualquer aparelho, ou seja, o próprio aparelho coletaria a energia do ambiente, sem qualquer conexão externa.
Força eletrostática
Uma peça central funciona como centro de massa. O movimento 3D é obtido com sistemas de fim de curso nos eletrodos ao longo do plano (eixos X e Y) e eixos suspensores na perpendicular (eixo Z).
O protótipo coleta vibrações de baixa frequência - menores do 150 Hz - usando eletretos para gerar o efeito eletrostático.
Mas o mesmo efeito eletrostático usado para gerar a energia pode ser a ruína dos MEMS: nas dimensões das micromáquinas, a força eletrostática costuma fazer as peças grudarem umas nas outras, impedindo o funcionamento do aparelho.
Os pesquisadores resolveram o problema criando um sistema de isolamento entre os eletrodos que capturam a energia e os eletrodos que a levam para fora do coletor.

iPad 2 chega ao Brasil na sexta-feira a partir de R$ 1.650

A nova versão do tablet da Apple chegará ao Brasil a partir da meia-noite de sexta-feira (27). O iPad 2 será lançado na virada de 26 para 27 de maio no Shopping Iguatemi de São Paulo e em lojas on-line como a Apple Online Store.
O modelo mais simples do iPad 2 (wi-fi e 16 GB) chegará por R$ 1.650. O mais completo (wi-fi mais 3G e 64 GB) será vendido por R$ 2,6 mil.
Na sexta-feira (27), a partir do horário de abertura das lojas, todas as revendas da Apple em São Paulo e em outras cidades também começarão a comercializar o iPad 2, como Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Caxias do Sul, Florianópolis, Brasília, Belo Horizonte, Vitória, Goiânia, Alphaville e Recife.
As versões do iPad 2 com wi-fi chegarão com os seguintes preços: R$ 1.650 (16 GB), R$ 1,9 mil (32 GB) e R$ 2,2 mil (64 GB). Já o aparelho com wi-fi e 3G será vendido por: R$ 2.050 (16GB), R$ 2,3 mil (32 GB) e R$ 2,6 mil (64 GB). Todos os modelos estão disponíveis em preto e branco.
No final de março, a Anatel já havia autorizado a venda do iPad 2, nas versões wi-fi e wi-fi mais 3G, no Brasil. O primeiro modelo do iPad começou a ser vendido no país apenas em dezembro de 2010, oito meses após o lançamento nos Estados Unidos.
O presidente da Apple, Steve Jobs, reapareceu publicamente no início de março para apresentar a nova versão do iPad. Batizado de iPad 2, o aparelho vem equipado com um novo processador, chamado de A5, com dois núcleos, além de câmeras traseira e frontal, para realização de videoconferência.
"O iPad 2 é mais fino do que o iPhone", afirmou Jobs. O aparelho tem 8,8 milímetros de espessura e pesa 580 gramas. O segundo tablet da Apple chegou às lojas dos EUA em 11 de março.

Átomos individuais podem nunca ter sido visto

Microscópios capazes de fazer imagens de átomos, e até imagens de átomos neutros, não são nenhuma novidade, e podem ser comprados no comércio.
O público também já se acostumou com imagens como as do lado, geradas pela varredura dos materiais pelas finíssimas pontas desses microscópios eletrônicos.
Mas agora um grupo de cientistas da Espanha e da República Checa afirma que o que se vê nestas imagens não são os átomos - os pontos brilhantes seriam na verdade o espaço entre os átomos, que sequer aparecem na foto.
Microscópios que fotografam átomos
O nascimento da nanotecnologia está intimamente vinculado ao surgimento dos microscópios capazes de gerar imagens em escala atômica.
Os chamados microscópios eletrônicos de varredura por tunelamento (STM - Scanning Tunnelling Microscope) foram os primeiros a atingir uma resolução suficiente para detectar os átomos.
Ora, se há até microscópios no mercado que prometem fazer imagens de átomos, como pode-se agora dizer que o que eles enxergam não são os átomos?
Assunto delicado
Neste ponto, entra em cena um assunto delicado, daqueles sobre os quais dificilmente se fala em público: a "certeza" sobre as observações científicas.
É um assunto sobre o qual a maioria dos cientistas concorda, mas apenas tacitamente - qualquer referência a ele costuma colocar alguns acadêmicos na defensiva, gerando reações muito tenazes.
Desta forma, é melhor não tocar muito no assunto, que passa ainda mais ao largo das "preocupações" do público, que recebe uma visão mais dogmática do que seria a ciência, suas conclusões, suas provas e suas certezas.
Por exemplo, é comum que os cientistas usem termos como "evidências científicas" - coisas que falariam por si sós, independentemente de qualquer interpretação -, ou "comprovação científica", como algo que encerraria de vez um debate qualquer.
Na verdade, tudo o que a ciência coleta são indícios, e todas as conclusões dos cientistas são interpretações de determinados experimentos, nunca palavras finais. É por isso que você vê tantas vezes a palavra "pode" nas manchetes aqui do Site Inovação Tecnológica - "pode ser" é bastante diferente de "é", por mais que os indícios sugiram que seja.
Felizmente é assim, senão, como já temos teorias para quase tudo, chegaríamos à insensata conclusão de que sabemos tudo - o que seria a morte da própria Ciência enquanto instituição.
Átomos individuais podem nunca ter sido vistos
Os cientistas já sabiam que essas imagens não são realmente imagens dos átomos, no sentido que se fala da fotografia de uma bola de gude, por exemplo. [Imagem: Ondrácek et al./PRL]
Realidade, teorias e modelos
Que não se vá ao extremo oposto, propondo que nada do que a Ciência propõe seja válido ou substancial - por observação direta podemos ver o contrário. Mas não é razoável permanecer em um extremo só pelo risco de cair no outro - destacando mais uma vez que estamos levantando peculiaridades do processo de "comunicação da ciência", não do método científico.
Senão, vejamos: Os experimentos permitem a elaboração de teorias, e as teorias levam à construção de modelos, que são geralmente usados para descrever comportamentos e propriedades ou para prever eventos.
A teoria nunca equivale à realidade, é apenas uma interpretação dela. E o modelo quase nunca consegue abarcar toda a teoria.
Por exemplo, a Teoria da Relatividade, adequadamente restringida por várias simplificações úteis, levou ao modelo do Big Bang. Embora a maioria dos cientistas e a imprensa em peso fale do Big Bang como se ele fora um "fato histórico", sua conexão com a realidade é muito tênue - essa conexão é mediada por uma série de pressupostos, conjecturas e simplificações.
Obviamente, modelos e teorias não sobrevivem muito se não tiverem um bom poder explicativo - uma capacidade de explicar os fenômenos observados. Assim, modelos que sobrevivem são muito bons, provavelmente fundamentados em teorias excelentes - é o que acontece com o modelo do Big Bang e com a Teoria da Relatividade.
Mas isto não quer dizer que tais explicações durarão para sempre - de fato, pode-se dizer, com altíssimo índice de probabilidade de acerto, que elas não durarão por muito tempo da forma como estão hoje.
Mitos científicos
No mundo da física clássica, onde maçãs caem, ímãs atraem ferro e combustíveis queimam, a leitura do indício coletado no experimento se aproxima dos sentidos humanos - as leis da termodinâmica estão aí para exemplificar isto. Então, nesse nível, as teorias são propostas com maior nível de "aderência" ao real.
Talvez esteja aí a origem da mitologia das observações inquestionáveis, das conclusões definitivas e, finalmente, da ciência conclusiva e infalível.
Se, nesse nível, tais mitos já são questionáveis, tudo se complica quando o fenômeno a ser estudado se afasta dos sentidos humanos, seja em dimensões, seja em velocidade ou em qualquer outro aspecto.
Nesse caso, o cientista precisa construir equipamentos para fazer os experimentos. Esses equipamentos, contudo, são feitos segundo interpretações da realidade - só se constrói um microscópio para ver átomos depois que se aceita que átomos existem, e só se constrói os sensores capazes de detectar os átomos depois que se elaboraram teorias sobre o que se pode detectar em um átomo, e assim por diante.
Logo, qualquer que seja o resultado do experimento, e as conclusões que se tira dele, esse experimento tem, em sua sequência de execução, uma equivalente sequência de "intermediários", eivados de interpretações.
Nos complicados laboratórios modernos, com seus sensores e medidores ultra-sofisticados, existem várias "camadas" de interpretação, embutidas nas inúmeras peças que compõem esses equipamentos cada vez mais complexos.
É por isso que a usual referência a evidências, provas e certezas, como comumente se lê e se ouve, é algo tão distante da realidade daquilo que os cientistas realmente fazem.
Átomos individuais podem nunca ter sido vistos
Não se trata apenas de ver uma imagem diretamente - é necessário interpretar exatamente o que o equipamento está detectando. [Imagem: Ondrácek et al./PRL]
Microscópios que não enxergam átomos
É isto o que agora é ilustrado pelo caso dos microscópios eletrônicos e das imagens que eles geram dos átomos.
Na verdade, mesmo antes do questionamento agora publicado, os cientistas já sabiam que essas imagens não são realmente imagens dos átomos, no sentido que se fala da fotografia de uma bola de gude, por exemplo.
Um microscópio de tunelamento por varredura usa uma minúscula ponta eletrificada, eventualmente com apenas um átomo em sua extremidade, que é passada, a uma pequena distância, sobre toda a extensão da amostra a ser observada.
A imagem é gerada medindo a corrente dos elétrons que tunelam entre a ponta do microscópio e a superfície da amostra.
Assim, o que a imagem mostra seriam, na verdade, variações espaciais na densidade do estado de elétrons da superfície da amostra próximas ao nível de Fermi - o nível de energia dos elétrons mais fracamente mantidos em um sólido.
Contudo, como a densidade dos estados nem sempre é o mais alto quando a ponta está diretamente acima dos átomos, não é possível saber com absoluta certeza se aqueles pontos brilhantes que aparecem nas imagens geradas pelo STM correspondem aos átomos ou ao espaço entre eles.
Primeiros princípios
Nesse caso, pode-se argumentar, que seria simplesmente uma questão se saber se estamos vendo uma imagem dos átomos ou um negativo da imagem dos átomos.
Infelizmente não é tão simples.
Ocorre que as imagens geradas são totalmente diferentes dependendo da estrutura e da composição da ponta do microscópio - no sentido discutido acima, a ponta individualmente representa uma "camada" de interpretação embutida na interpretação mais geral do resultado do experimento, ou seja, da imagem.
Assim, os cientistas precisam conhecer com detalhes e com precisão as forças químicas e físicas presentes e atuantes entre a ponta e a superfície - e lá vai outra camada de interpretação, melindrando quaisquer pretensões de certeza.
O que os cientistas fizeram agora foi tentar partir da situação mais simples possível, realizando os chamados cálculos de primeiros princípios, quando se parte de propriedades mais fundamentais e que podem ser certificadas com maior acurácia - sem nenhuma "certeza", obviamente.
Átomos individuais podem nunca ter sido vistos
Os pesquisadores concluíram que os pontos brilhantes que aparecem nas imagens geradas pelo microscópio de varredura por tunelamento correspondem aos espaços vazios entre os átomos, e não aos próprios átomos. [Imagem: Ondrácek et al./PRL]
Espaços, e não átomos
Usando nanotubos de carbono e grafite, e uma ponta específica de microscópio, os pesquisadores concluíram que os pontos brilhantes que aparecem nas imagens geradas pelo microscópio de varredura por tunelamento correspondem aos espaços vazios entre os átomos, e não aos próprios átomos.
A diferença não é pequena, e pode impactar resultados de inúmeras pesquisas.
Por exemplo, o estudo de defeitos no grafeno e em filmes finos, as promissoras interfaces entre materiais, que já são estudadas e exploradas em nível atômico, e até no campo dos semicondutores, cuja miniaturização constante exige que se trabalhe em escalas cada vez menores.
A pergunta que se coloca então é: os átomos individuais já foram de fato "vistos"?
Se esta nova interpretação estiver correta, a resposta é não: os átomos estariam nos espaços vazios entre os pontos brilhantes.
Como eles aparecerão numa futura imagem irá depender da avaliação dos diversos tipos de pontas usadas nos microscópios e dos softwares que traduzem as leituras do sensor em imagens mostradas na tela do computador - pontas que terão que ser refeitas com exigências mais estritas e softwares que terão de ser atualizados.
Outra pergunta a ser respondida é por que os espaços vazios aparecem como pontos.
Ou, outra possibilidade plausível, esperamos até que outra equipe de cientistas encontre falhas na demonstração agora publicada e diga para esquecermos este episódio e que, sim, já estávamos vendo os átomos individuais desde o início.

Consumidores do RJ poderão pagar conta de água com smartphone

Consumidores da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Estado do Rio de Janeiro (CEDAE) podem pagar suas contas de água usando seus smartphones graças à nova solução desenvolvida pela Unisys.

A Cedae, que fornece serviço de saneamento para cerca de 9 milhões de pessoas no estado do Rio de Janeiro, buscava uma alternativa para oferecer à sua crescente base de clientes a comodidade do pagamento de contas por meio de serviços móveis.
A Unisys criou uma interface para o aplicativo on-line de pagamento da Cedae. Usando seus smartphones, os consumidores poderão acessar uma página segura no site da empresa que fornecerá o código de barras (QRCode) da conta. Leitores ópticos leem os dados da tela do smartphone e processam a transação por meio da rede bancária, sem que o consumidor precise imprimir o recibo, basta mostrar o aparelho para o caixa do banco, supermercado ou lotérica, ou qualquer local onde seja possíveis realizar o pagamento. O aplicativo também permite que os usuários visualizem comprovantes eletrônicos e históricos de pagamentos.

Com este sistema, a Cedae é a primeira empresa de saneamento do país a tornar a conveniência ao consumidor parte da sua estratégia de TI e negócios.

Prancha de surfe ganha motor

Surfistas de fim de semana agora podem contar com uma forcinha a mais para conseguir pegar as suas ondas: a empresa californiana WaveJet embutiu nas suas pranchas um pequeno motor que ajuda a economizar braçadas na hora de cair na água, segundo noticia o site Popular Science.
O desenho oblongo do motor ajuda a economizar espaço e conseguir mais potência. A água é expelida por pequenas aberturas para produzir um jato de água pressurizada, fazendo a prancha atingir até 20 km/h, o que é cerca de três vezes mais rápido do que o que um surfista consegue com suas braçadas. Para controlar o motor, o surfista usa um controle remoto embutido em um bracelete.

Segundo a empresa, o motor foi desenvolvido para tornar o esporte menos frustrante para surfistas amadores. No futuro também se espera embutir a tecnologia em pranchas de salva-vidas, caiaques e outros equipamentos de esporte náutico.

Atualmente existem 11 modelos de prancha no site da empresa. Os preços começam em US$ 4500.